Botulismo bovino em MS não representa risco comercial 10/08/2017

 Por Luiz Henrique Mendes

 
SÃO PAULO  -  A suspeita de botulismo bovino em Mato Grosso do Sul não representa risco comercial para o Estado, assegurou o diretor-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul (Iagro), Luciano Chiochetta.
 
Em entrevista ao Valor, o veterinário explicou que a doença não é infeciosa, mas resultado de um intoxicação alimentar. “Não existe restrição nenhuma. A única providência é destruir [o rebanho afetado]”, disse.
 
De acordo com Chiochetta, o caso em questão envolveu 1,1 mil cabeças de gado de uma propriedade rual Ribas do Rio Pardo. Os animais, que apresentaram sintomas da doença,  já foram sacrificados e enterrados.
 
A suspeita da Iagro é que os bovinos tenham sido intoxicados ao consumir silagem de milho. Nas visitas que os técnicos da Iagro fizeram à fazenda de Ribas do Rio Pardo, foi encontrada silagem embolorada.
 
“Encontramos locais em que a silagem estava embolorada. Pode ser ali que a bactéria se multiplicou e produziu a toxina que causa o botulismo”, afirmou Chiochetta, que ponderando que os exames laboratoriais para comprovar a doença ainda não foram concluídos. Na sexta-feira, sairá um dos laudos que poderá confirmar a doença.
 
Mato Grosso do Sul possui o  terceiro maior rebanho bovino do Brasil, só atrás de Mato Grosso e Goiás. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rebanho bovino sul-mato-grossense somava 21,3 milhões de cabeças em 2015.
 
Fonte: Valor Econômico
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